A obediência a Deus é vista como
objeto de barganha. Regras de conduta moral que nos fariam acumular ‘bônus’ com
os quais trocamos por ‘bênçãos’.
Obediência é fruto direto da
confiança. E confiança é decorrente do conhecimento. Eu experimento Deus,
conheço a Deus, confio n’Ele e O obedeço.
A obediência só é possível e
válida segundo este postulado.
Eu conheço a Deus, conheço Seu
caráter, sei que é bom, longânimo, misericordioso, santo, sem sombra de
variação. Só O conheço se O experimento.
É preciso andar com Ele. Não dá
para conhecer a Deus por ouvir alguém falar d’Ele. Preciso caminhar a Seu lado,
ouvir Suas histórias e ensinos, perceber Seus gostos, saber O que admira, o que
O deixa feliz, conhecer Sua personalidade, Suas reações, ver como Ele trata os
diferentes tipos de pessoas nas diferentes circunstâncias, conhecer Seus
propósitos...
Isso requer tempo, convívio,
vontade de estar junto e de conhecer, disposição em seguir por onde Ele segue.
Só conheço o pão depois de prová-lo, não adianta ficar olhando de longe a
vitrine da padaria. Só conheço o pão quando eu o como, depois que ele deixa de
ser pão e digerido passa a ser eu.
Jesus é o Pão que desceu do céu.
Então, o experimentei e conheço.
Por conhecê-Lo sei que posso confiar n’Ele a ponto de seguir Seus passos mesmo
quando não O entendo; mesmo quando, a princípio, discordo. Sei que Sua Vontade
para mim é boa, perfeita e agradável, portanto, sigo Seus mandamentos. Eu os
obedeço porque sei que o fim deles é vida.
Denise Gaspar - 29-19
-11

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